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Arqueólogos buscam revelação da cidade do Rei Davi

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O dramaturgo alemão Bertold Brecht ficaria entusiasmado com a descoberta arqueológica de uma estatueta do deus fenício-cananeu Baal. Isto porque, em 1918, Brecht estreou sua primeira peça intitulada “Baal”, que tratava da vida mundana na Alemanha e se inspirava no deus da carne, conforme a sua interpretação.

O artefato data, provavelmente, entre o século XII e X a.C. e foi encontrado por estudantes numa colaboração, desde 2018, entre a Universidade de Macquarie (Austrália), da Universidade Hebraica de Jerusalém e da Autoridade de Antiguidades de Israel, na cidade de Khirbet el-Rai (Israel). Também foram encontrados dois selos, uma estatueta de bronze de um bezerro e cerâmicas cananeia filisteia. Em contraste ao deus Baal cultuado durante o período politeísta, a descoberta encerra a polêmica sobre a existência do rei Davi (1040 a.C. e 970 a.C.), importante personagem bíblico que matou Golias em umas das passagens mais heroicas das escrituras religiosas. Todas as evidências apontam para a tese de que a cidade seja Ziclague, que teve seu paradeiro desconhecido por séculos.Publicidade

A descoberta só foi possível porque uma equipe de 32 estudantes escavou 1,7 hectares (17.000 m2), entre os dias 26 de janeiro e 13 de fevereiro. O trabalho braçal, e ao mesmo tempo especializado e minucioso, foi decisivo para o encontro das preciosidades históricas. Sob sol quente foi preciso escavar, peneirar e descartar inúmeros baldes de terra para chegar aos objetos. O dr. Gil Davis, diretor do Programa de Israel Antigo da Universidade Macquarie, declarou que é natural ter “grandes esperanças e baixas expectativas, mas é claro que é maravilhoso quando fazemos descobertas emocionantes. Sonhamos em descobrir coisas que mudarão nossa compreensão de uma parte significativa do passado antigo”.

Em outras ocasiões se acreditou que a cidade de Ziclague realmente havia sido encontrada, mas as evidências desta vez são muito mais claras. O sítio arqueológico apresenta significativos indícios como: construções filistinas, um incêndio que coincide com escritos bíblicos (a cidade fora atacada pelos amaquelitas), cerâmicas enterradas como oferendas, embarcações usadas, armazenamento de vinho e óleo, lâmpadas a óleo, santuário portátil, ponta de lança de bronze. Os pesquisadores descobriram que havia uma arquitetura sofisticada com edifícios domésticos e com possíveis conexões internacionais, contrariando a ideia de dispersos assentamentos da época. No próprio assentamento os pesquisadores montaram um laboratório químico para testes preliminares de como identificar, nos resíduos do solo, restos de vinho e óleo, sinais claros de uma civilização.

Ziclague, conforme dados do antigo testamento nos livros de Samuel, abrigou o rei Davi por 14 meses. Sob a proteção do rei filisteu Aquis, Davi se refugiou ao fugir do confronto com o rei Saul. Foi nessa fuga que o jovem Davi matou o gigante Golias. Com a morte do rei Saul, Davi voltou a Hebron, onde se tornou rei e manteve Ziclague sob seus domínios no reino de Judá. Historiadores acreditam que Davi tenha governado uma região com cultura sofisticada e arquitetura elaborada, além da adoração monoteísta do deus Javé. A tradição religiosa diz que Davi foi impedido — por Deus — de construir um local para adoração da tábua dos 10 mandamentos de Moisés: o motivo seria o seu envolvimento constante em guerras. Esse desejo de Davi foi realizado mais tarde pelo seu filho, o rei Salomão.

Deus das orgias

A existência do culto a deuses politicamente incorretos era comum no mundo politeísta. Historicamente encontram-se registros do deus Baal em fontes fenícias, cananéias, babilônicas, aramaicas e egípicias. Cada deus atendia a características específicas e eram conclamados conforme a ocasião. Ainda assim houve perseguição em Israel aos seus adoradores. Há relatos de que os cultos ao deus Baal eram promovidos com festas orientadas com bebedeira e orgias. O transe e histeria davam o tom. Era comum durante os cultos se promoverem rituais de sacrifício. O deus pagão atendia por várias características em localidades diversas. Ele podia ser a tempestade ou dominador das águas primitivas e, portanto, referência de um deus da natureza. Podia ser a fertilidade e fecundidade, assumindo tanto o poder para a colheita, quanto para a lascividade, exatamente o lado mais explorado e apreciado pelo poeta alemão Bertold Brecht.

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Uma das sete maravilhas do mundo, Cataratas do Iguaçu celebram dez anos desse título

Com quase cinco quilômetros de quedas d’água, as Cataratas representam o Paraná na lista das Sete Maravilhas do Mundo. A comemoração reuniu autoridades e moradores de Foz do Iguaçu para registrar fotos e postar nas redes sociais, com a hashtag #CataratasDay.

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04/2019 - Foz do Iguaçu - Cataratas Foto: José Fernando Ogura/ANPr

Principal cartão postal de Foz do Iguaçu, no Oeste, as Cataratas celebram nesta quinta-feira (11) dez anos do título que reconhece o atrativo turístico como uma das Sete Maravilhas do Mundo. O complexo possui 275 quedas que se estendem por quase cinco quilômetros do Rio Iguaçu.

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O secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, participou da solenidade do #CataratasDay, que reuniu autoridades e moradores do município em visita à beleza natural selecionada para fazer parte dos atrativos com este reconhecimento.

As Cataratas do Iguaçu se unem ao grupo de maravilhas do mundo, que inclui o Grand Canyon (Estados Unidos); a Grande Barreira de Coral (Austrália); o Monte Everest (Nepal e China); a Aurora Boreal (Região Polar); o Vulcão Paricutín (México); e as Cataratas Vitória (Zâmbia e Zimbábue).

Márcio Nunes lembrou que, por fazerem parte das Sete Maravilhas do Mundo, as Cataratas do Iguaçu são uma oportunidade para que o turismo se desenvolva em toda a cidade, com visitantes de todo o Brasil e de outros países.

“A cidade é uma grande âncora para o turismo do Brasil, em especial do Paraná”, disse. “Esse título reconhece as nossas Cataratas como um exemplo do que é debatido hoje no mundo inteiro: sustentabilidade, preservação, conservação, e recuperação do meio ambiente”.

Ele destacou, ainda, que o turismo de toda a cidade ganha abrigando uma das sete maravilhas do mundo. “Atrativos do entorno do parque acabam também recebendo esses turistas que querem ver esse cenário exuberante de quedas d’água”, afirmou. Como exemplos, ele citou o Parque Nacional do Iguaçu; a Itaipu Binacional; o Parque das Aves; o Museu de Carros Antigos; o Marco das Três Fronteiras; entre outros.

O prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, ressaltou que a comemoração deste ano também representa um avanço devido à pandemia da Covid-19. “É muito gratificante ver os moradores de Foz do Iguaçu voltarem a visitar as Cataratas, e ver o turismo voltando com força”, disse.

De acordo com ele, a cidade passará, na próxima semana, pelo quarto feriado consecutivo com algumas categorias de hotéis já com 100% de reservas. “Em novembro e dezembro, estamos tendo o retorno de grandes eventos e isso é resultado da vacinação que já alcançou 100% da população do município, e de todas as medidas de biossegurança adotadas em hotelarias, atrativos e comércio”, afirmou. 

CATARATAS DAY – O #CataratasDay é um evento anual que comemora a escolha das Cataratas do Iguaçu como uma das Sete Maravilhas Mundiais da Natureza.

A data relembra os dez anos do título para o maior conjunto de quedas d’água do mundo e convida todas as pessoas que já visitaram o local pelo menos uma vez na vida a compartilhar fotos e vídeos nas redes sociais utilizando a hashtag #CataratasDay.

Além disso, os moradores dos municípios vizinhos ao Parque Nacional do Iguaçu, contemplados no Passe Comunidade, tiveram entrada gratuita para visitar e registrar fotos.

Por AEN.

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Brandon Lee, Justin Carter e Vic Morrow: conheça casos de pessoas que morreram durante gravações

Acidentes acontecem em filmagens e algumas vezes podem ser fatais. Na quinta-feira (21), o ator Alec Baldwin disparou uma arma cenográfica que matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins

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Acidentes acontecem em filmagens e algumas vezes podem ser fatais. Na quinta-feira (21), o ator Alec Baldwin disparou uma arma cenográfica que matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins, de 42 anos, no set do filme “Rust”, no estado americano do Novo México. O diretor do filme, Joel Souza, de 48 anos, também foi atingido, mas já recebeu alta médica.

Relembre abaixo outros casos de mortes semelhantes durante gravações.

Brandon Lee no filme 'O Corvo' — Foto: Divulgação
Brandon Lee no filme ‘O Corvo’ — Foto: Divulgação

Veja artistas que sofreram acidentes fatais no set:

Brandon Lee, de ‘O Corvo’

Ator Brandon Lee em cena de 'O Corvo' (1993) — Foto: Divulgação
Ator Brandon Lee em cena de ‘O Corvo’ (1993) — Foto: Divulgação

Brandon Lee, o filho do ator Bruce Lee, morreu em 1993 durante as gravações do filme “The Crow “ (O Corvo).

Ele tomou um tiro na barriga ao filmar uma cena.

A arma cenográfica devia estar carregada com bala de festim, mas havia duas balas na pistola.

O ator Michael Massee deu o tiro em Lee, que foi levado para o hospital e morreu depois de 12 horas.

As balas de festim não têm projétil. No set de “O Corvo”, as balas de festim eram feitas pela própria produção do filme.

A arma ainda tinha um cartucho dentro dela e, quando foi feito o disparo com o tiro de festim, essa outra bala saiu do cano da pistola. Ninguém havia checado a arma antes da cena.

Justin Carter

O cantor de country Justin Carter morreu após disparar acidentalmente contra si mesmo em 2019.

Justin Carter morreu após atirar acidentalmente em si no Texas — Foto: Reprodução/Facebook/JustinCarter
Justin Carter morreu após atirar acidentalmente em si no Texas — Foto: Reprodução/Facebook/JustinCarter

Ele estava gravando um novo clipe em Houston, no Texas, quando tirou uma arma de seu bolso e atirou em seu próprio olho. A arma estava sendo usada no vídeo.

Carter, que era considerado uma estrela em ascensão no country, morreu aos 35 anos.

Vic Morrow, de ‘No Limite da Realidade’

Vic Morrow, de 'No Limite da Realidade' — Foto: Divulgação
Vic Morrow, de ‘No Limite da Realidade’ — Foto: Divulgação

Durante as gravações de “No Limite da Realidade” em 1982, o ator morreu decapitado quando o helicóptero em cena perdeu o controle. Além dele, dois atores de 6 e 7 anos também ficaram feridos e morreram na hora.

No filme, ele interpretava um homem racista que era colocado de voltar no tempo em situações de uma vítima perseguida. Eles estavam gravando uma sequência do Vietnã, em que os personagens tentavam escapar de uma aldeia vietnamita deserta em um helicóptero do Exército dos Estados Unidos.

Roy Kinnear, de ‘A Volta dos Mosqueteiros’

O ator inglês morreu após cair de um cavalo durante as filmagens de “A Volta dos Mosqueteiros”, de 1989. Ele foi internado e sofreu um infarto. A queda foi em Toledo, e a morte em Madri, na Espanha. O ator tinha 54 anos e era mais conhecido pelos papéis em comédias.

John Bernecker, de ‘The Walking Dead’

John Bernecker — Foto: Divulgação
John Bernecker — Foto: Divulgação

O dublê sofreu um acidente no set de The Walking Dead em 2017. Fontes informaram que Bernecker caiu de uma altura de 9 em um chão de concreto. Ele foi encaminhado ao hospital, chegou a melhorar, mas não resistiu.

Bernecker trabalhou em “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final (2015), “Quarteto Fantástico” (2015), “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras” (2016) e “Logan” (2017). Ele também participou de “Pantera Negra”, mas não chegou a ver o filme estrear.

Joi ‘SJ’ Harris, de ‘Deadpool 2’

Joi Harris foi a primeira mulher negra a se tornar piloto profissional de motociclismo nos Estados Unidos — Foto: Reprodução/Facebook/SJ Harris - Threader24 Racing
Joi Harris foi a primeira mulher negra a se tornar piloto profissional de motociclismo nos Estados Unidos — Foto: Reprodução/Facebook/SJ Harris – Threader24 Racing

A dublê Joi “SJ” Harris morreu em cena em seu primeiro filme. Durante as gravações de “Deadpool 2”, Harris, que foi a primeira negra a se tornar piloto profissional de motociclismo nos Estados Unidos, perdeu o controle da moto.

Ela acelerou no momento em que devia frear, por isso acabou colidindo em uma janela de vidro. O acidente aconteceu em agosto de 2017, em Vancouver.

David Ritchie, de ‘Jumper’

David Ritchie estava trabalhando nos cenários de “Jumper”, aventura de 2008, quando um enorme bloco de areia, terra e gelo escorreu em direção à equipe técnica do filme. Ele morreu na hora e outras duas pessoas ficaram feridas durante o acidente.

Kun Lieu, de ‘Os Mercenários 2’

Kun Lieu, dublê do filme de ação “Os mercenários 2” (2012), morreu durante as gravações do longa estrelado por Sylvester Stallone. O acidente na Bulgária aconteceu durante uma cena de explosão e deixou outro dublê ferido.

Conway Wickliffe, de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”

Conway Wickliffe, de 41 anos, fazia parte da equipe de efeitos especiais de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, de 2008. Ele estava no banco de trás de um carro que bateu em uma árvore, durante as filmagens na Inglaterra.

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Lucas Lucco fala sobre namoro de 4 anos com Luan Santana, após desabafar sobre ser gay

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O cantor sertanejo quebrou o silêncio sobre os rumores que rondam sua vida pessoal

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Lucas Lucco precisou vir a público se explicar sobre um assunto no Instagram, nesta segunda-feira, dia 4. Pela primeira vez, ele falou do suposto romance com Luan Santana.

De acordo com o Galo Intruso, que acompanha a vida das celebridades nas redes sociais, os dois tiveram uma grande relação. O caso teria começado como uma amizade, mas evoluiu para um namoro de 4 anos.

Na época, Luan Santana ainda estava noivo de Jade Magalhães, de quem se separou no ano passado. Lucas Lucco também já estava casado com Lorena Carvalho, com quem tem um filho pequeno, o que acabou tornando o assunto ainda mais polêmico.

Lucas Lucco, então, decidiu desabafar. Apesar das inúmeras especulações, o famoso afirmou que não é gay, mas, caso fosse, não faria questão nenhuma de esconder isso de seus fãs.

“Eu vi esse trem aí [a notícia sobre o namoro]. Eu vou falar para vocês um negócio, se eu gostasse de homem, vocês já estariam sabendo há muito tempo. Está doido. Hoje, eu já sou casado e tenho meu filho, graças a Deus”, declarou.

Luan Santana e Lucas Lucco foram apontados como amantes (Foto: Reprodução / Instagram)

Antes de Lucas Lucco, Luan Santana já havia comentado boatos sobre sexualidade

O artista enfrenta esse tipo de comentário desde o início da carreira. Em conversa com a revista Veja Rio, ele confessou que já se incomodou bastante com isso no passado.

“E eu chegava em casa passando mal. Falaram muita maldade de mim. Eu me incomodei tanto com os boatos de que eu seria homossexual que comecei a me questionar se me sentava de um jeito muito afetado ou outra coisa”, assumiu.

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13 filmes de terror que indicamos para assistir nesta sexta-feira 13

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Montagem: Marechal Agora

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Quando o dia 13 cai em uma sexta-feira, muita gente fica de cabelo em pé e dá início a uma série de superstições. Há várias hipóteses para o início dessa prática, mas a data é considerada sinônimo de má sorte e horror, em quase todo o mundo.

Como esta sexta é um desses “dias especiais”, separamos 13 filmes de terror para você assistir nesta data. Confira:

>> Por que a sexta-feira 13 é considerada o ‘dia do terror’ ou do azar?

1. Sexta-feira 13

Nada melhor que começar com uma franquia que leva o nome desta data aterrorizante. No total, o título conta com 12 filmes, um programa de TV, jogos eletrônicos, entre outros produtos.

A história se concentra no emblemático “Jason”. O personagem, quando criança, se afogou em um lago. Tempos depois, ele retorna e dá início a uma série de assassinatos.

2. Rua do Medo (Trilogia)

Sucesso recente do gênero, Rua do Medo parte I, II e III vem fazendo sucesso entre os fãs. Dirigida pelo Leigh Janiak, conta a história de jovens que são assombrados por assassinos comandados por uma bruxa, no ano de 1666.

3. Mudança mortal

Se você adora filmes de terror com assombrações e espíritos ameaçadores, não pode deixar de assistir Mudança Mortal na Netflix.

A produção é um dos principais lançamentos do catálogo em agosto. Na trama, um jovem casal em crise se muda para uma nova com esperanças de fortalecer o relacionamento.

Contudo, não demora para eventos bizarros começarem a acontecer frequentemente na residência. Tudo piora quando eles descobrem o passado sombrio da propriedade.

4. IT: A coisa

O famoso palhaço assassino não poderia ficar de fora dessa lista. Com um remake recente de sucesso, o filme conta a história de um grupo de jovens que decidem investigar diversos sumiços no bairro em que moram. Logo eles descobrem o culpado: o cruel palhaço Pennywise.

5. It – Capítulo 2

It – Capítulo 2 foi um dos lançamentos mais esperados para os amantes to gênero. Sinopse: “Vinte e sete anos depois do Clube dos Otários derrotar Pennywise, ele volta a aterrorizar a cidade de Derry mais uma vez.

Agora adultos, os Otários há muito tempo seguiram caminhos separados. No entanto, as crianças estão desaparecendo novamente, então Mike, o único do grupo a permanecer em sua cidade natal, chama os outros de volta para casa.

Traumatizados pelas experiências de seu passado, eles devem dominar seus medos mais profundos para destruir Pennywise de uma vez por todas… colocando-se diretamente no caminho do palhaço, que se tornou mais mortal do que nunca”. (Warner).

6. Invocação do Mal

Outra franquia de sucesso é “Invocação do Mal”. O título conta com três filmes, que contam a história dos investigadores paranormais Ed e Lorraine Waren. A dupla, nos três filmes, sempre busca solucionar casos de mortes aterrorizantes.

7. O Exorcista (Saga)

Outro filme de causar arrepios é ‘O Exorcista’. A trama gira em torno de uma atriz e sua filha. Aos poucos, a mãe vem notando um comportamento assustador de sua cria. Diagnosticada como estando possuída por um demônio por um padre, a garota passa por um assustador processo de exorcismo.

8. A Bruxa

Por último, mas não menos importante, temos “A Bruxa”. Estralado pela protagonista de “O Gambito da Rainha”, Anya Taylor-Joy, o filme é bem avaliado entre o público.

O enredo da obra aborda uma histeria religiosa de uma família, que acusa a filha amis velha (Anya) de ser a responsável pelo desaparecimento do seu irmão ainda bebê.

Com o desenrolar dos acontecimentos, o telespectador vai se sentindo cada vez mais sufocado e angustiado.

9. A morte te dá parabéns 2

Lançado em fevereiro de 2019, no Brasil, o filme é a sequência de A Morte Te Dá Parabéns, estreado em 2017. Sinopse: “Depois de morrer diversas vezes para quebrar o feitiço temporal que a mantinha presa no dia de seu aniversário, Tree Gelbman (Jessica Rothe) olha para o futuro, tentando escrever uma nova história ao lado de Carter (Israel Broussard).

No entanto, quando um experimento científico dá errado, a jovem é forçada a retornar ao fluxo de repetição e, desta vez, morrer não será o bastante para escapar” (AdoroCinema).

10. Nós

Estrelado pela atriz queniano-americana Lupita Nyong’o, o filme chegou ao Brasil em março do ano passado. Sinopse: “Adelaide (Lupita Nyong’o) e Gabe (Winston Duke) decidem levar a família para passar um fim de semana na praia e descansar em uma casa de veraneio.

Eles viajam com os filhos e começam a aproveitar o ensolarado local, mas a chegada de um grupo misterioso muda tudo e a família se torna refém de seus próprios duplos”. (AdoroCinema)

11. Brightburn (Filho das trevas)

O filme, de maio de 2019, tem no elenco a atriz Elizabeth Banks, que já estrelou filmes como Jogos Vorazes. Sinopse: “Quando uma criança alienígena cai no terreno de um casal da parte rural dos Estados Unidos, eles decidem criar o menino como seu filho.

Porém, ao começar a descobrir seus poderes, ao invés de se tornar um herói para a humanidade, ele passa a aterrorizar a pequena cidade onde vive, se tornando uma força obscura na Terra”. (AdoroCinema)

12. Brinquedo assassino

Lançado em julho de 2015, o filme é diferente do lançado em 1989. Sinopse: “Andy (Gabriel Bateman) e sua mãe se mudam para uma nova cidade em busca de um recomeço.

Preocupada com o desinteresse do filho em fazer novos amigos, Karen (Aubrey Plaza) decide dar a ele de presente de aniversário um boneco tecnológico que, além de ser o companheiro ideal para crianças e propor diversas atividades lúdicas, executa funções da casa sob comandos de voz.

Os problemas começam a surgir quando o boneco Chuck se torna extremamente possessivo em relação a Andy e está disposto a fazer qualquer coisa para afastar o garoto das pessoas que o amam”. (AdoroCinema).

13. A Freira

O filme foi lançado em 2018 e conta a história de uma freira presa em um convento na Romênia. Sinopse: “Presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio.

Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre atormentado e uma noviça prestes a se tornar freira. Arriscando suas vidas, a fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca e transforma o convento num campo de batalha”.

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Sexta-feira 13 traz má sorte? Entenda as origens culturais da superstição

Existe até um nome para descrever o pavor irracional da data: parascavedecatriafobia – uma forma especializada de triscaidecafobia, um medo do número 13.

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Quando se trata de má sorte, existem poucas superstições tão difundidas na cultura ocidental quanto a de sexta-feira 13.

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Como cruzar com um gato preto e quebrar um espelho, a noção de um dia que pode trazer infortúnios está profundamente enraizada – mesmo que os crentes não consigam explicar por quê.

Existe até um nome para descrever o pavor irracional da data: parascavedecatriafobia – uma forma especializada de triscaidecafobia, um medo do número 13.

É importante dizer que, embora a sexta-feira 13 possa parecer um fenômeno raro, nosso calendário gregoriano indica que o dia 13 de qualquer mês tem uma probabilidade ligeiramente maior de cair em uma sexta-feira do que em qualquer outro dia da semana. 

Não é, porém, uma superstição universal: na Grécia e nos países de língua espanhola, é a terça-feira, 13, que é considerado um dia de azar, enquanto na Itália, é sexta-feira, 17, que se depara com o medo.

Neste mês, porém, há apenas um no calendário: sexta-feira, 13 de agosto.

Como muitas superstições que evoluíram ao longo do tempo e através das culturas, é difícil localizar as origens precisas de sexta-feira 13. O que sabemos, porém, é que tanto a sexta-feira quanto o número 13 foram considerados azarados em certas culturas ao longo da história. 

Em seu livro “Extraordinary Origins of Everyday Things”, Charles Panati traça o conceito dos amaldiçoados de volta à mitologia nórdica, quando Loki, o deus da travessura, quebrou o portão de um banquete em Valhalla, elevando o número de deuses presentes para 13. Enganado por Loki, o deus cego Hodr foi enganado para atirar em seu irmão Balder, o deus da luz, alegria e bondade, com uma flecha com ponta de visco, matando-o instantaneamente.

Da Escandinávia, explica Panati, a superstição se espalhou para o sul por toda a Europa, tornando-se bem estabelecida ao longo do Mediterrâneo no início da era cristã. Foi aqui que o poder inquietante dos numerais foi cimentado por meio da história da Última Ceia, que contou com a presença de Jesus Cristo e seus discípulos na Quinta-feira Santa. O 13º e mais infame convidado a chegar, Judas Iscariotes, foi o discípulo que traiu Jesus, o que o levou a ser crucificado na Sexta-Feira Santa.

Na tradição bíblica, o conceito de sextas-feiras infelizes remonta ainda mais longe do que a crucificação: diz-se que o dia da semana foi quando Adão e Eva comeram o fruto proibido da Árvore do Conhecimento; o dia em que Caim assassinou seu irmão, Abel; o dia em que o Templo de Salomão foi derrubado; e o dia em que a arca de Noé zarpou no Grande Dilúvio.

Não foi até o século 19, no entanto, que sexta-feira 13 se tornou sinônimo de infortúnio: como Steve Roud explica em “O Guia dos Pinguins para as Superstições da Grã-Bretanha e da Irlanda”, a combinação de sexta-feira e o número 13 é uma invenção vitoriana. 

Em 1907, a publicação do popular romance de Thomas W. Lawson “Friday, the Thirteenth” captou a imaginação com a história de um corretor inescrupuloso que aproveitou as superstições em torno da data para deliberadamente quebrar o mercado de ações.

Avançando para a década de 1980, um assassino com máscara de hóquei chamado Jason Voorhees na franquia de filmes de terror “Friday the 13th” garantiu notoriedade. Então veio o romance de Dan Brown de 2003, “O Código Da Vinci”, que ajudou a popularizar a alegação incorreta de que a superstição se originou com as prisões de centenas de membros dos Cavaleiros Templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307.

Uma história alternativa

Dada a massa de histórias carregadas de desgraça, você seria perdoado por pensar que sexta-feira 13 é de fato ameaçador. Se cavarmos mais fundo, porém, também encontraremos evidências de que tanto as sextas-feiras quanto o número 13 há muito são considerados um prenúncio de boa sorte. 

Em tempos pagãos, por exemplo, acreditava-se que sexta-feira tinha uma associação única com o feminino divino. A primeira pista pode ser encontrada no nome do dia da semana, sexta-feira, que é derivado do inglês antigo e significa “dia de Frigg”. Rainha de Asgard e uma poderosa deusa do céu na mitologia nórdica, Frigg (também conhecida como Frigga) foi associada ao amor, casamento e maternidade.

Frigg deu proteção a lares e famílias, manteve a ordem social e poderia tecer o destino como fez com as nuvens. Ela também possuía a arte da profecia e podia conceder ou remover fertilidade. Por outro lado, Freyja, a deusa do amor, da fertilidade e da guerra com a qual Frigg costumava ser confundido, era dotada do poder de realizar magia, prever o futuro e determinar quem morreria em batalhas, e dizia-se que montava uma carruagem puxado por dois gatos pretos. 

Essas deusas eram amplamente adoradas por toda a Europa e, por causa dessas associações, a sexta-feira era considerada um dia de sorte para o casamento pelos nórdicos e teutônicos.

O número 13, por sua vez, há muito é considerado um número portentoso pelas culturas pré-cristãs e adoradoras de deusa por sua ligação com o número de ciclos lunares e menstruais que ocorrem em um ano civil. A fertilidade era valorizada nos tempos pagãos e as obras de arte costumavam fazer conexões com a menstruação, a fertilidade e as fases da lua.

Considere a Vênus de Laussel, uma escultura em pedra calcária de aproximadamente 25.000 anos retratando uma voluptuosa figura feminina segurando sua barriga grávida com uma das mãos e segurando um chifre em forma de crescente com 13 entalhes na outra. Muitos estudiosos acreditam que a estatueta pode ter representado uma deusa da fertilidade em um ritual ou cerimônia, enquanto as 13 linhas são normalmente lidas como uma referência ao ciclo lunar ou menstrual, que simbolizam o poder feminino.

Reescrevendo uma reputação

À medida que o cristianismo ganhou impulso na Idade Média, no entanto, o paganismo entrou em conflito com a nova fé patriarcal. Não apenas seus líderes se opuseram à adoração de vários deuses e deusas, mas a celebração da sexta-feira, o número 13 e as deusas que invocaram o amor, o sexo, a fertilidade, a magia e o prazer foram considerados profanos.

No entanto, essas divindades eram tão reverenciadas que fazer as pessoas abandoná-las foi um verdadeiro desafio. Mas as autoridades cristãs persistiram em sua campanha, marcando as divindades e as mulheres que os adoravam como bruxas.

“Quando as tribos nórdicas e germânicas se converteram ao cristianismo, Frigga foi banido por vergonha para o topo de uma montanha e rotulado de bruxa”, escreve Panati. “Acreditava-se que todas as sextas-feiras, a deusa rancorosa convocava uma reunião com onze outras bruxas, mais o diabo – uma reunião de treze – e tramava reviravoltas do destino para a semana seguinte.”

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Fonte CNN Brasil

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Peixe com dentes humanos é encontrado após pesca nos Estados Unidos

“Foi uma briga muito boa, foi uma boa pesca e fiquei muito contente”, afirmou ele em entrevista ao site de notícias local McClatchy News, acrescentando que o peixe tem um gosto muito bom.

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Um peixe incomum foi encontrado por pescadores na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, nesta semana. O animal, identificado como peixe-ovelha, possuía dentes semelhantes aos de seres humanos.

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A espécie parece ter recebido esse nome por sua boca se assemelhar à de uma ovelha. A dentição do animal é composta por várias fileiras de molares, usados para esmagar as presas.

A captura ocorreu em Jennette’s Pier, um destino de pesca no estado norte-americano, por um frequentador assíduo do cais, Nathan Martin. “Foi uma briga muito boa, foi uma boa pesca e fiquei muito contente”, afirmou ele em entrevista ao site de notícias local McClatchy News, acrescentando que o peixe tem um gosto muito bom.

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Você sabia? Emoji nasceu de tragédia e enriqueceu o criador

Mas, em outros quesitos, ele não é mesmo um empreendedor de tecnologia típico: precisou estar perto da morte para encontrar seu caminho.

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Isso não é exatamente o que você espera ouvir de um milionário do mundo da tecnologia.

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É ainda mais estranho quando você percebe que a pessoa dizendo isso, Chad Mureta, é um milionário da tecnologia típico.

Mureta construiu sua fortuna fazendo apps. Suas invenções incluem o Emoji (que ajuda usuários a mandar mensagens com uma grande variedade de imagens) e o Fingerprint Scanner Pro, um aplicativo de segurança que já foi baixado mais de 50 milhões de vezes.

Sua empresa, a App Empire, tem uma receita anual entre US$ 3 milhões e US$ 5 milhões.

Mas, em outros quesitos, ele não é mesmo um empreendedor de tecnologia típico: precisou estar perto da morte para encontrar seu caminho.

Em 2009, depois de um jogo de basquete, ele dirigia seu carro de volta para casa. As coisas não estavam dando certo: ele vendia coisas no eBay, também negociava ações e dirigia uma boate. Ele também trabalhava como corretor. E estava profundamente infeliz, sem saber o que fazer com a sua vida.

Na estrada, um cervo cruzou seu caminho. Ele desviou seu carro do animal e acabou se chocando contra um muro. O veículo capotou quatro vezes antes de parar.

O braço esquerdo de Chad ficou em pedaços. No hospital, os médicos quase o amputaram.

Suicida

Passou seis meses em um hospital e outros seis meses em processo de reabilitação, com uma dívida hospitalar de nada menos do que US$ 100 mil.

“Eu estava no fundo do poço. Muito deprimido, não conseguia dormir, tomava toneladas de remédio – e, na verdade, estava em estado suicida. Sentia tanta dor que achava que não podia mais continuar.”

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Curiosidades

Por que o cabelo e as unhas crescem após a morte?

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O tema é recorrente em filmes de terror: abre-se o caixão e depara-se com um defunto apodrecido com unhas e cabelos compridos.

Mas por que o cabelo e as unhas continuam crescendo depois que morremos? O coordenador do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), José Arthur Chiese, esclareceu a questão.

Chiese explica que a morte cerebral ou parada cardíaca do ser humano é diferente da morte das células. Segundo ele, as células ainda continuam vivas depois que a pessoa é considerada como morta.

“O corpo humano é composto por diferentes células e cada uma delas possui um tempo de viabilidade diferente, tanto que é possível fazer transplante de órgãos e mantê-los preservados após a retirada.”

Chiese também informou que as unhas e o cabelo continuam crescendo após a morte, mas que este estímulo pára algum tempo depois porque as reservas do organismo se exaurem.

“É difícil estipular o tempo exato para o final do crescimento, e acredito que não exista uma diferença significativa entre os diferentes tipos de pessoas e peles”, destacou.

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Brasil

Luciano Huck desiste de candidatura e renova contrato com a Globo para substituir Faustão

O apresentador e a emissora estão acertando os últimos detalhes da renovação de contrato

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O apresentador, que pensava em se candidatar a presidência da República nas eleições de 2022, decidiu permanecer na Rede Globo.

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Pelo menos isso é o que afirma o colunista Flávio Ricco, do portal R7. Segundo informações do jornalista, o comunicador e a emissora já estão ‘nos finalmentes’ para ajustar a renovação do contrato.

Confirmando os rumores, Luciano deve mesmo assumir o lugar de Faustão, que deixou a casa após mais de 30 anos e assinou com a Band,nas tardes de domingo nas telinhas da Globo.

Ainda de acordo com o colunista, o Caldeirão ganhará um formato um pouco diferente do atual, até com a possibilidade de se tornar um programa ao vivo.

Fonte: Caras

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Brasil

‘Chorão: Marginal alado’ faz retrato íntimo que expõe virtudes, mas deixa problemas no ar

Documentário que estreia nesta quinta (8) tem reveladora pesquisa de imagens e entrevistas com família e amigos que ajudam a entender carisma, mas não explicam bem lado agressivo.

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O documentário “Chorão: Marginal Alado” mostra os lados carismático e problemático do cantor de “Vícios e virtudes”. Com ótima pesquisa de imagens, o carisma do artista morto em 2013 salta e ainda faz manobras de skate na tela.

O filme sobre o líder do Charlie Brown Jr. estreia nesta quinta-feira (8) nos cinemas e em streaming pago nas plataformas Now, Google Play, Apple TV, Vivo Play, Looke e Youtube.

O diretor Felipe Novaes usa um sensacional e farto acervo de imagens dos bastidores do cantor, cedido pela família. O acesso não foi por sorte, mas é resultado de anos de pesquisa, que inclui uma histórica entrevista com o baixista Champignon dias antes de sua morte, também em 2013.

Há cenas surpreendentes de Chorão, como uma conversa carinhosa com uma fã pela janela da van de turnê; conversas reveladoras, como o relato de uma ida ao hospital por problema com drogas antes da overdose; e falas incômodas, como a bronca em um produtor de show em um camarim.

O vício em cocaína também é tratado de forma franca e angustiante pelas pessoas que conviveram com ele nos dias próximos à overdose que o matou.

Pé atrás com os problemas

Mas, ao tentar explorar a série de problemas que o cantor teve com outros músicos, especialmente da própria banda, o filme esbarra no pé atrás de familiares e amigos, que repetem “personalidade forte”, “lado exigente”, “personalidade sensível” e outros eufemismos ao comentar cenas agressivas.

O filme não esconde cenas como a humilhação pública a que ele submeteu o baixista Champignon no meio de um show e a famosa cabeçada em Marcelo Camelo, dos Los Hermanos.

Chorão em imagem do documentário 'Marginal alado' — Foto: Divulgação
Chorão em imagem do documentário ‘Marginal alado’ — Foto: Divulgação

Mas os comentários sempre voltam no ponto de que aquela seria uma “carapaça” bruta que esconde um “lado sensível”, como diz a viúva, Graziela.

O produtor Rick Bonadio chega a exaltar os episódios de agressão como “dignos de um rockstar”, e ao falar do caso com Camelo, diz que “roqueiro é assim”.

Um dos principais entrevistados do filme é literalmente advogado de Chorão: Maurício Cury, amigo de infância do cantor, que o defendeu na Justiça inclusive nas causas contra Camelo e Champignon.

O documentário percorre bem um caminho livre para entender bem a determinação e o papo direto que fizeram de Chorão o último grande ídolo do rock brasileiro.

Mas a bancada amigável que ajuda no retrato íntimo também dificulta colocar em foco a compreensão dos confrontos que Chorão criou.

Por que separou?

Fica obscuro um episódio crucial: quando Chorão trocou toda a formação da banda em 2005. Não há uma explicação clara além do sinal da dificuldade de dividir os holofotes quando o público canta “Champignon! Champignon!” e Chorão tenta mudar o coro para “Charlie Brown, Charlie Brown!”.

Há uma ótima entrevista com Champignon dias antes de ele morrer, mas o baixista se recusa a falar sobre a cena de humilhação no palco: “Tem várias coisas que ninguém sabe e provavelmente não vai saber e não vai conhecer, porque é nosso”. Não dá para culpar o diretor – era um limite impossível.

Mais cedo, Champignon conta que entrou na banda aos 12 anos, como protegido do adulto e ídolo Chorão. Parece haver ali um filme escondido – que provavelmente nunca será conhecido – sobre a relação de sucesso e violência entre dois artistas que morreram no mesmo ano.

No campo puramente musical, um programador de rádio diz que “ninguém cantava daquela maneira”. Mas o Charlie Brown foi uma manifestação tardia do skate rock e do funk metal já batidos na época. Era o oposto: muita gente cantava daquela maneira. O fenômeno merece uma análise mais profunda.

“Chorão: Marginal alado” é um documento rico sobre uma figura fascinante e cuja importância parece se manter e até aumentar oito anos após sua morte.

Mostra de forma clara e íntima a sua ascensão com uma linguagem direta e dá boas pistas sobre quais eram os seus erros e limites.

O trem do Charlie Brown descarrilhou justo quando o rock perdeu muito da relevância que tinha por décadas no país. É importante entender as virtudes de Chorão.

Mas mergulhar em suas falhas (além do “personalidade forte” e do “roqueiro é assim mesmo”) pode reforçar não só sua biografia, mas a história do rock brasileiro.

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Paulinho Lava Car

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