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Destroços do foguete chinês caem no Oceano Índico; maior parte se desintegrou ao entrar na atmosfera

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Uma parte dos destroços do foguete chinês Longa Marcha CZ-5B caiu hoje (9) no Oceano Índico, a oeste das Ilhas Maldivas. As informações são da agência argentina Telam. A queda da peça, de 30 metros de altura e 20 toneladas, foi confirmada pela Agência Espacial chinesa.

“De acordo com monitoramento e análise, às 10h24 (0224 GMT) de 9 de maio de 2021, o primeiro estágio do foguete 5B Longa Marcha voltou à atmosfera”, disse a agência espacial em comunicado.

De acordo com a agência, a maior parte do segmento se desintegrou ao entrar na atmosfera. Havia a expectativa de que o segmento do foguete pudesse cair em alguma parte habitada, causando prejuízos. As autoridades chinesas haviam afirmado que a queda do segmento do foguete representava pouco perigo.

A queda também foi confirmada pelo Comando Espacial dos Estados Unidos, que disse que o segmento entrou na atmosfera pela Península Arábica aproximadamente às 22h15.

“#USSPACECOM confirma que o chinês #LongMarch5B reentrou na Península Arábica aproximadamente às 10:15 pm EDT em 8 de maio. Não se sabe se os destroços impactaram a terra ou a água”, disse o perfil do comando no Twitter.

O foguete Longa Marcha CZ-5B tem, no total, 57 metros. Ele foi lançado em 29 de abril, com a missão de levar ao espaço o primeiro módulo da nova estação espacial da China. O seu compartimento de carga, na “ponta” do foguete, tem bem menos, cerca de 27 metros e 25 toneladas. O restante do foguete, se desprende do compartimento de carga assim que sua função no lançamento é cumprida. Após o desacoplamento, esses estágios podem voltar à órbita da Terra.

Fonte: Agência Brasil

Mundo

França vai às urnas com fortalecimento da extrema direita e participação de 59%

Franceses começam a escolher neste domingo (30) o novo Parlamento do país, com pesquisas indicando vitória com folga da extrema direita. Índice de participação até 17h locais era de 59%, mais alto em quase 40 anos.

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Com uma liderança inédita da extrema direita nas pesquisas, a França vai às urnas neste domingo (30) em eleições convacadas há apenas três semanas para renovar o Parlamento do país e que podem tornar o governo do presidente francês, Emmanuel Macron, inviável na prática.

resposta dos eleitores neste domingo, por enquanto, foi grande: o comparecimento às urnas até às 17h no horário local (meio-dia no Brasil), foi o mais alto em quase 40 anos no país, com um índice de 59% do total de votantes. Macron e a líder da extrema direita, Marine Le Pen, já votaram, e as urnas ficam abertas até às 20h no horário local (15h do Brasil).

Pelo sistema político da França, semipresidencialista, os eleitores elegem os partidos que vão compor o Parlamento. A sigla ou a coalisão que obtiver mais votos indica então o primeiro-ministro, que, no país europeu, governa em conjunto com o presidente –

– este eleito em eleições presidenciais diretas e separadas das legislativas e que, na prática, é quem ganha mais protagonismo à frente do governo.Caso o presidente e o primeiro-ministro sejam de partidos políticos diferentes, a França entrará em um chamado governo de “coabitação”, o que ocorreu apenas três vezes na história do país europeu.

Um cenário que pode paralisar o governo de Macron. Isso porque, neste caso, o premiê assume as funções de comandar o governo internamente.

O primeiro-ministro atual, Gabriel Attal, é aliado de Macron, mas, se as pesquisas se concretizarem, quem deve assumir o cargo é o Jordan Bardella, de apenas 28 anos, o principal nome do partido de extrema direita de Le Pen, o Reunião Nacional (RN).As pesquisas mais recentes indicam maioria para o RN. Um levantamento do instituto de pesquisas francês OpinionWay na última sexta-feira (28) apontou que o RN poderia alcançar até 37% dos votos, o que representa um aumento de dois pontos percentuais na comparação com uma semana atrás.

O partido centrista de Macron estava em terceiro lugar — atrás do bloco formado por siglas da esquerda — pcom 20%, uma queda de dois pontos em relação à última publicação.

A coligação de esquerda NFP, formada por socialistas, comunistas e ambientalistas e pelo partido radical França Insubmissa (LFI), já indicou que retirará seus candidatos se chegaram em terceiro lugar ao segundo turno para dar mais chances ao candidato do governo e tentar derrotar a extrema direita.

As eleições parlamentares são realizadas em dois turnos — um neste domingo e o outro, em 7 de julho.

POR G1

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Brasil

Estatal ucraniana de aviões suspende negociações com Brasil após declarações de Lula

Representantes no Brasil da estatal já haviam manifestado interesse de abrir uma fábrica em dois estados: São Paulo e Paraná

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A estatal ucraniana Antonov suspendeu as negociações para iniciar a produção de aviões no Brasil em razão das recentes declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a guerra da Ucrânia.

Representantes no Brasil da estatal já haviam manifestado interesse de abrir uma fábrica em dois estados: São Paulo e Paraná. O investimento previsto seria de US$ 50 bilhões com geração de 10 mil empregos diretos e indiretos.

O plano de negócios incluía a construção de uma planta industrial de 70 mil metros quadrados, transferência de tecnologia e uma pista de testes de ao menos 2.400 x 50 metros em um cronograma estimado em cinco anos.

A empresa passou a buscar alternativas fora da Europa justamente em razão da guerra. O Brasil foi escolhido como local possível porque os ucranianos consideraram que o país era neutro, o que mudou na última semana quando seus representantes informaram que as negociações estavam suspensa pelas declarações de Lula de que a Ucrânia também era responsável pela guerra.

Os ucranianos passaram, então, a ter dúvidas se seriam bem recebidos no Brasil e suspenderam as tratativas. O governo de São Paulo foi oficialmente informado da nova posição na semana passada.

Claro que a companhia não descartou de vir ao Brasil e ela gostaria que fosse oficialmente formalizada o quão bem vinda ela é aqui.

Procurada, a empresa confirmou as informações por meio de seu representante no Brasil, o advogado Eduardo Kuntz, que destacou que a Antonov aguarda que o governo federal e o estado De São Paulo possam formalizar o legítimo interesse em receber a companhia por meio de um documento oficial, capaz de desfazer qualquer mal entendido e esclarecendo as possibilidades de cooperação bilateral.

CNN procurou os governos federal, de São Paulo e do Paraná, mas aguarda retorno.

Por CNN

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Mundo

Patrulha Canina da vida real? Polícia de NY investe em “cachorros-robôs”

Agentes cibernéticos atuarão em situações de maior risco para os policiais de carne e osso, mas não devem eliminar vagas, afirma a corporação

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O Departamento de Polícia de Nova York (NYPD, na sigla em inglês) ganhou novos e curiosos integrantes: cachorros robôs. A exemplo da série animada “Patrulha Canina”, que faz sucesso entre as crianças, a corporação contará com uma equipe cibernética para combater o crime e ajudar a população.

Segundo a NYPD, a iniciativa será patrocinada por meio de recursos que vêm de apreensões feitas em Nova York. A apresentação contou com a presença do prefeito da cidade, Eric Adams.

No entanto, ao contrário da animação, os robôs ainda não têm um aspecto muito semelhante aos animais que conhecemos. Eles ainda possuem um visual mais duro, frio e pouco amistoso. No entanto, a expectativa é que eles consigam prestar grandes serviços à sociedade.

Os cachorros-robôs vão poder assumir várias funções na cidade, como a negociação de reféns, atuação intensa em caso de terrorismo e também em graves acidentes, como vazamentos de gás e de substâncias tóxicas. Desta forma, a Polícia de Nova York conseguirá atender a missões mais perigosas sem colocar em risco a vida e a integridade física de seus integrantes.

Os digidogs, como foram chamados, usam a inteligência artificial, câmeras, microfones e sensores para atuar em situações perigosas para policiais humanos. Os robôs podem ser controlados remotamente e não vão eliminar empregos de agentes.

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Mundo

Bernard Arnault, homem mais rico do mundo, ganha US$ 11 bilhões em um dia com resultados da LVMH

As ações da LVMH sobem mais de 5% na bolsa de valores, repercutindo as receitas de 21 bilhões de euros no primeiro trimestre, um crescimento de 17% na comparação anual. Arnault tem agora uma fortuna na casa dos US$ 233 bilhões.

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O francês Bernard Arnault, diretor-executivo do grupo LVMH (Louis Vuitton Moët Hennessy) e homem mais rico do mundo, assiste a um novo salto em sua fortuna. Segundo o ranking de bilionários da revista Forbes, o patrimônio do empresário subiu US$ 11 bilhões apenas nesta quinta-feira (13), após resultados positivos de seu conglomerado de luxo.

As ações da LVMH sobem mais de 5% na bolsa de valores, repercutindo as receitas de 21 bilhões de euros no primeiro trimestre, um crescimento de 17% na comparação anual. Arnault tem agora uma fortuna na casa dos US$ 233 bilhões.

O vice-líder Musk tem uma fortuna avaliada em US$ 185 bilhões, segundo a Forbes. Desta forma, Arnault coloca US$ 48 bilhões de frente para o segundo colocado. Isso equivale à toda a fortuna de Phil Knight, fundador da Nike.

Arnault lidera o ranking anual de bilionários da Forbes 2023. Em 2022, ele havia ficado em terceiro lugar na lista anual de bilionários, atrás de Elon Musk, proprietário da Tesla, e Jeff Bezos, fundador da Amazon. Em dezembro passado, eles foram superados pelo bilionário francês.

Resultados da LVMH

 

A LVMH é a maior empresa de artigos de luxo do mundo. O grupo reúne 70 grifes – como Louis Vuitton, Dior, Sephora e Tiffany’s.

Além da alta de receitas no 1º trimestre, a companhia destaca que o crescimento orgânico, retirando efeitos cambiais, também foi de 17%, mostrando resiliência dos seus negócios no início de ano mesmo com as incertezas geopolíticas e econômicas.

As vendas na Europa e no Japão foram destaque, com demanda robusta de consumidores locais e turistas. Os Estados Unidos continuaram crescimento sequencial, afirma a LVMH. Já a Ásia se recupera após as restrições da pandemia pressionarem operações.

A principal linha de negócio da empresa continua sendo as marcas de moda, com receitas de 10,7 bilhões de euros entre janeiro e março, crescimento de 11% na comparação com o mesmo período de 2022.

Já o maior crescimento porcentual aconteceu na unidade de varejo, onde está inserida a marca Sephora, que teve alta de 30% no ano, a 3,96 bilhões de euros, com a LVMH vendo demanda elevada pelos cosméticos.

As ações da LVMH fecharam em queda de 0,49% na Bolsa de Paris. O maior crescimento porcentual aconteceu na unidade de varejo, onde está inserida a marca Sephora.

Por G1

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Mundo

Vídeo: “Não imaginava o que era uma guerra”, diz instrutor de tiro que foi voluntário na Ucrânia

Em seguida, o atirador descreve como foi o bombardeio que dizimou o grupo. “Teve um bombardeio, às três horas da manhã teve o primeiro sinal

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O instrutor de tiro Tiago Rossi, de Maringá (PR), mesma terra do ex-juiz e presidenciável Sergio Moro (Podemos), que foi para a Ucrânia lutar na Legião Estrangeira contra a Rússia, revela em vídeo publicado nas redes sociais que a Legião foi destruída por um caça das Forças Aeroespaciais russa.

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De acordo com Rossi, sobreviveram aqueles que conseguiram sair da base antes do ataque. “Lá tinha militares das forças especiais do mundo inteiro. A informações que a gente tem é que todo mundo morreu. Eles [russos] acabaram com tudo. Vocês não estão entendendo, acabou, acabou. A Legião foi exterminada de uma vez só. Eu não imaginava o que era uma guerra”, disse Rossi. 

Em seguida, o atirador descreve como foi o bombardeio que dizimou o grupo. “Teve um bombardeio, às três horas da manhã teve o primeiro sinal. A sirene tocou. Deu cinco horas da manhã, nem tocou sirene e, de repente, veio um caça e um soltou um míssil em cima da gente. Não teve o que fazer. A gente saiu correndo para o meio do mato. Começou a soltar muitos mísseis em cima da gente”, revelou. 

“Quando terminou a primeira onda de mísseis a gente foi reagrupar o batalhão inteiro para ver quantas baixas tiveram. Eles [russos] estouraram toda a parte de paiol, centro médico, acabaram com tudo. Fomos orientados a sair de lá o mais rápido possível”, disse. 

Posteriormente, Rossi conta que mesmo após o comando para deixar a base, alguns militares permaneceram no batalhão. “Depois que chegamos no interior da Polônia chegou uma mensagem para nós informando que o bombardeio russo voltou e simplesmente acabou com a base”, finaliza. 

Confira abaixo o relato de Rossi: 

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Comboio russo que cobre 27 km de estrada avança agora para Kiev; veja imagens de satélite

No domingo, o comboio estava a cerca de 64 quilômetros a noroeste da capital ucraniana, de acordo com imagens fornecidas pela Maxar Technologies.

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Um comboio militar russo que estava fora de Ivankiv, na Ucrânia, no domingo (27), chegou aos arredores de Kiev, mostram imagens de satélite.

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No domingo, o comboio estava a cerca de 64 quilômetros a noroeste da capital ucraniana, de acordo com imagens fornecidas pela Maxar Technologies.

Maxar disse que cerca de 27 quilômetros de estrada estão tomados pelo comboio, que consiste em veículos blindados, tanques, artilharia rebocada e outros veículos logísticos.

CNN

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Rússia ataca a Ucrânia; explosões são ouvidas em várias cidades

Biden, União Europeia e países aliados reagem; Departamento de Defesa dos EUA rastreia incursão de tropas da Belarus por território ucraniano.

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Após dias de escalada de tensão e ameaças, a Rússia de Vladimir Putin atacou a Ucrânia nas primeiras horas desta quinta-feira (24) – acompanhe a repercussão ao vivo na CNN.

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Pouco depois de Putin ter autorizado, em pronunciamento pela TV, uma operação militar nas regiões separatistas do leste da Ucrânia, explosões e sirenes foram ouvidas em várias cidades do país, segundo relatos de repórteres da CNN. A Ucrânia informou que pelo menos 50 pessoas morreram.

Em seu pronunciamento, Putin justificou a ação ao afirmar que a Rússia não poderia “tolerar ameaças da Ucrânia”. Putin recomendou aos soldados ucranianos que “larguem suas armas e voltem para casa”. O líder russo afirmou ainda que não aceitará nenhum tipo de interferência estrangeira.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou que impôs a lei marcial no país e pediu que a população permaneça calma.

“Caros cidadãos ucranianos, esta manhã o presidente Putin anunciou uma operação militar especial em Donbas. A Rússia realizou ataques contra nossa infraestrutura militar e nossos guardas de fronteira. Ouviram-se explosões em muitas cidades da Ucrânia. Estamos introduzindo a lei marcial em todo o território do nosso país”, declarou.

O ministro ucraninano de Relações Exteriores, Dmytro Kuleba, afirmou que Putin ordenou invasão de larga escala. “Cidades pacíficas da Ucrânia estão sob ataque. Esta é uma guerra de agressão”, escreveu.

Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia descreveu a ação militar da Rússia como um “ato de guerra”, em um comunicado publicado nas redes sociais.

A reação da comunidade internacional foi imediata. Em declaração divulgada pela Casa Branca na madrugada desta quinta, o presidente americano Joe Biden disse que a “Rússia sozinha é responsável pela morte e destruição que esse ataque trará”. 

“Me reunirei (nesta quinta) com os líderes do G7, e os Estados Unidos e nossos aliados e parceiros imporão severas sanções à Rússia”, afirmou Biden logo após falar ao telefone com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

A União Europeia também criticou os ataques. Segundo a chefe da Comissão Executiva do bloco, Ursula von der Leyen, a União Europeia responsabilizará Moscou pelo ataque “injustificado” à Ucrânia. 

Em pronunciamento na manhã desta quinta, von der Leyen prometeu “sanções massivas e estratégicas” contra a Rússia.

“Nestas horas sombrias, nossos pensamentos estão com a Ucrânia e as mulheres, homens e crianças inocentes que enfrentam esse ataque não provocado e temem por suas vidas”, disse von der Leyen no Twitter.

Os líderes da UE devem realizar uma cúpula de emergência em Bruxelas nesta quinta-feira, depois que uma primeira rodada de sanções da UE à Rússia entrou em vigor na quarta-feira (23). Embaixadores da Otan também marcaram uma reunião de emergência para esta quinta. 

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, afirmou que “o Reino Unido e nossos aliados responderão de forma decisiva”. Já o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, disse nesta quinta que a situação na Ucrânia é “tensa” e que trabalhará com os países do G7 sobre o assunto.

Emmanuel Macron, presidente francês, disse que a França “condena fortemente a decisão da Rússia de iniciar guerra com a Ucrânia”. “A Rússia deve encerrar suas operações militares imediatamente”, escreveu Macron nas redes sociais.

A China manteve a cautela. O embaixador da China nas Nações Unidas, Zhang Jun, pediu a todas as partes envolvidas na crise Ucrânia-Rússia que “mantenham a cabeça fria e racional”.

“É especialmente importante no momento evitar o aumento das tensões”, disse Zhang em uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU na noite de quarta-feira. “Todas as partes envolvidas devem exercer moderação e evitar uma maior escalada de tensões”, disse ele, acrescentando que a China acredita que a “porta para uma solução pacífica para a questão da Ucrânia não está totalmente fechada”.

A Embaixada da China na Ucrânia pediu que os cidadãos chineses fiquem dentro de casa e coloquem bandeiras chinesas em seus carros “por segurança”.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, que pare de “atacar a Ucrânia” e dê uma chance à paz.

Em meio às explosões relatadas pelos repórteres da CNN, militares russos negavam que as cidades ucranianas estavam sendo alvo de ataques. “As Forças Armadas russas não estão lançando mísseis ou ataques de artilharia nas cidades da Ucrânia. Armas de alta precisão destroem a infraestrutura militar: aeródromos militares, aviação, instalações de defesa aérea das Forças Armadas da Ucrânia”, afirma comunicado russo. “A população civil não está em risco.” 

Separatistas apoiados pela Rússia também entraram em ação e disseram nesta quinta-feira terem lançado uma ofensiva na cidade de Shchastia, controlada pela Ucrânia, na província de Luhansk.

O Departamento de Defesa dos EUA está rastreando a incursão de tropas da Belarus na Ucrânia. Vídeos obtidos pela CNN mostraram tanques russos cruzando a fronteira e entrando na cidade ucraniana de Senkivka.

Nas últimas semanas, a Rússia acumulou um número significativo de tropas, veículos e tanques em Belarus, perto da fronteira com a Ucrânia. Durante esse período, os dois países realizaram exercícios militares conjuntos em todos os países e perto da fronteira Bielorrússia-Ucrânia.

A Rússia suspendeu voos domésticos de e para vários aeroportos perto de sua fronteira com a Ucrânia, segundo a agência federal de aviação Rosaviatsiya.

Bolsas na Ásia caem

Os mercados asiáticos já reagem à ação da Rússia na Ucrânia. O índice Hang Seng de Hong Kong abriu em queda de 3,2%. O Kospi da Coreia caiu 2,7%. O Nikkei 225 do Japão perdeu 2,4% depois de voltar de um feriado. O Shanghai Composite da China caiu 0,9%.

Os futuros de ações dos EUA também caíram. Os futuros da Dow caíram  até 780 pontos, ou 2,4%. Os futuros do S&P 500 e do Nasdaq caíram 2,3% e 2,8%, respectivamente.

As perdas amplas seguiram um declínio acentuado em Wall Street na quarta-feira. O Dow fechou mais de 464 pontos, ou 1,4%, registrando seu quinto dia consecutivo de perdas. O S&P 500 e o Nasdaq caíram 1,8% e 2,6%, respectivamente.

Por CNN Brasil

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Mundo

Rainha da Inglaterra testa positivo para covid-19

Na nota, o Palácio confirma que a rainha “vai continuar a receber cuidados médicos e seguir todas as orientações apropriadas”. Enquanto isso, deverá continuar desempenhando tarefas “leves”, em Windsor, no decorrer dos próximos dias.

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O Palácio de Buckingham confirmou neste domingo (20) que a rainha de Inglaterra, Elizabeth II, testou positivo para covid-19. De acordo com o comunicado, a monarca de 95 anos tem apenas sintomas leves, semelhantes aos de um resfriado.

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Na nota, o Palácio confirma que a rainha “vai continuar a receber cuidados médicos e seguir todas as orientações apropriadas”. Enquanto isso, deverá continuar desempenhando tarefas “leves”, em Windsor, no decorrer dos próximos dias.

A rainha esteve recentemente em contato com o príncipe Charles, filho mais velho e herdeiro, que testou positivo para covid-19 na semana passada.

A última aparição pública da monarca foi na última quinta-feira (17), quando recebeu os dois novos secretários de Defesa do Reino Unido. No sábado, Elizabeth festejou em família o aniversário do príncipe Andrew.

Há apenas duas semanas, a rainha chegou ao jubileu de Platina, ao completar 70 anos de reinado.

Por Agência Brasil

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Mundo

Novas abordagens terapêuticas querem reprogramar as células para que rejuvenesçam

Tecnologia utiliza o mRNA para levar “instruções” capazes de reparar danos no organismo

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Como fecho para as colunas dedicadas ao Longevity Leaders Virtual 2021, uma rápida visão do futuro: as novas abordagens terapêuticas não pretendem apenas retardar o envelhecimento, e sim revertê-lo.

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É o que propõe o cientista Jay Sarkar, cofundador da startup Turn.bio, detentora da tecnologia ERA (epigenetic reprogramming of age), que reprograma as células para que rejuvenesçam. Mas como?

Vamos navegar um pouco nos mares da ciência: RNA, a molécula que carrega a informação genética do DNA, é essencial para a síntese de proteínas.

O mRNA é um dos tipos de RNA e seu papel de mensageiro ganhou as manchetes durante a pandemia porque foi o segredo da vacina da Pfizer contra a Covid-19: em vez de inserir o vírus inativo ou atenuado, ele é capaz de ensinar as células a sintetizar uma proteína que estimula a resposta imunológica.

Jay Sarkar, cofundador da startup Turn.bio, detentora de tecnologia que reprograma as células para que rejuvenesçam  — Foto: Divulgação

Jay Sarkar, cofundador da startup Turn.bio, detentora de tecnologia que reprograma as células para que rejuvenesçam — Foto: Divulgação

Sarkar está utilizando essa “habilidade” do mRNA para provocar o rejuvenescimento de uma célula ou tecido. “Na verdade, isso é o que acontece naturalmente na procriação. Dois seres humanos mais velhos geram um bebê que é uma versão mais jovem do seu material genético. Portanto, não se trata de algo que o organismo desconheça”, tenta descomplicar, afirmando que se trata de processo semelhante: o velho se transformando em novo.

Com o envelhecimento, as células acumulam defeitos e suas funções se degradam. Através da tecnologia ERA, o mRNA é encapsulado e transladado para células específicas, com “instruções” para reparar determinado dano. Por enquanto, são experiências em fase pré-clínica, isto é, realizadas em laboratório, numa parceria com a Universidade de Stanford.

No entanto, têm potencial para corrigir problemas oftálmicos e dermatológicos e osteoartrite, como Sarkar detalhou em artigo publicado na revista científica “Nature”.

É importante esclarecer que a reprogramação epigenética está relacionada a uma intervenção na funcionalidade dos genes, como se tivéssemos botões de liga e desliga no organismo. Ela não muda, nem manipula o DNA, ou seja, não altera a sequência do genoma.

Fonte: portal G1

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Dólar

Dólar cai para R$ 5,22, no menor valor desde janeiro deste ano

A bolsa iniciou o dia em baixa, mas recuperou-se durante a tarde e encostou nos 123 mil pontos.

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Influenciado pelo exterior e pela valorização das commodities, o dólar reverteu a alta do início do dia e fechou em queda, voltando a alcançar a menor cotação desde janeiro.

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A bolsa iniciou o dia em baixa, mas recuperou-se durante a tarde e encostou nos 123 mil pontos.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (11) vendido a R$ 5,223, com recuo de R$ 0,009 (-0,18%). A divisa atingiu R$ 5,28 na máxima do dia, por volta das 10h30, mas reverteu o movimento e passou a operar próxima da estabilidade. A divisa está no menor nível desde 14 de janeiro.
Com informações da Agência Brasil.

Redação: Bem Paraná

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