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Estados Unidos

Polícia usa gás lacrimogêneo para dispersar protesto durante o Dia da Mulher no México

Manifestantes participavam de ato contra a violência de gênero e tentaram furar bloqueios em frente ao Palacio Nacional, sede do governo mexicano.

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A polícia da capital mexicana disparou gás lacrimogêneo contra manifestantes que participavam, nesta segunda-feira (8), de um protesto contra a violência de gênero.

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A marcha, que marcava a celebração do Dia Internacional da Mulher, terminou em frente ao Palacio Nacional, sede do governo do México.

Algumas das manifestantes tentaram furar os bloqueios para tentar entrar no prédio – e foram reprimidas pelas forças de segurança.

Mulheres enfrentam policiais que atiram gás lacrimogêneo durante protesto do Dia da Mulher, no México, em 8 de março de 2021 — Foto: Toya Sarno Jordan/Reuters
Mulheres enfrentam policiais que atiram gás lacrimogêneo durante protesto do Dia da Mulher, no México, em 8 de março de 2021 — Foto: Toya Sarno Jordan/Reuters

Os protestos desta segunda dão continuidade às manifestações que ocorreram no fim de semana em frente ao palácio presidencial.

Dezenas de mulheres protestaram expondo os nomes das vítimas de feminicídio nas cercas erguidas para proteger o edifício.

As mulheres também protestam contra o apoio do presidente Andrés Manuel López Obrador à polêmica candidatura de Félix Salgado Macedonio para governador. Político do partido governista, ele é acusado de estupro.

O México é um dos países mais afetados pela violência de gênero. Só em 2020, foram registrados 967 feminicídios, número um pouco inferior aos 969 de 2019.

Fonte: Portal G1

Estados Unidos

Embaixada dos Estados Unidos doa toneladas de equipamentos para o BPFRON

São 4 toneladas de equipamentos para unidades da Polícia Militar que atuam na tríplice fronteira. Incluem itens para uso em operações de prevenção e combate à criminalidade e, também, voltados para treinamento, capacitação e tecnologia.

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A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil doou ao Paraná quatro toneladas de equipamentos para unidades da Polícia Militar que atuam na tríplice fronteira. São itens para uso em operações de prevenção e combate à criminalidade e, também, voltados para treinamento, capacitação e tecnologia. A entrega dos materiais terá início em julho e se concretizará em setembro deste ano.

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De acordo com o secretário estadual da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares, que se reuniu com embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, em Foz do Iguaçu, na semana passada, esse apoio será fundamental, principalmente para o serviço do Batalhão de Fronteira da Polícia Militar (BPFron), mas também para o Grupo Tigre, da Polícia Civil, e a Polícia Federal, entre outros grupos das forças policiais do Estado.

“A chegada deste material vai complementar a capacitação, a tecnologia, o armamento e os equipamentos já utilizados em todos os projetos que a Secretaria da Segurança Pública já desenvolve na região de fronteira”, destacou Marinho.

Entre os materiais doados constam equipamentos de treinamento e cursos desenvolvidos a partir dessa parceria, incluindo bonecos para primeiros socorros, simulador de ferimentos para Atendimento Pré-Hospitalar (APH) de combate, simulacros de carabinas e pistolas, software de simulação de tiro, munição de treinamento, óculos de proteção e abafadores eletrônicos, entre outros.

Também foram doados itens para uso em operações, como placas balísticas, coletes modulares, binóculos, visores termais, rádios comunicadores, espelhos para inspeção veicular, kits para Atendimento Pré-Hospitalar (APH), algemas, mochilas, lanternas e outros materiais que contribuirão para o trabalho dos policiais militares.

O recebimento destes materiais é fruto de uma parceria do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) com a Embaixada e consulados dos EUA. De acordo com o secretário, os bons resultados obtidos pela unidade policial no enfrentamento dos crimes transfronteiriços nos últimos anos têm contribuído para a segurança da população paranaense.

REUNIÃO – Durante a reunião, que ocorreu no Centro Integrado de Operações de Fronteira (CIOF), foi firmado, ainda, compromisso de cooperação mútua para compartilhamento de informações visando o combate à criminalidade. Também participaram o delegado de Polícia Federal Emerson Antônio Rodrigues e o comandante do Batalhão de Polícia de Fronteira (Bpfron), major André Cristiano Dorecki.

Estiveram presentes no encontro representantes do Departamento Federal de Investigação (FBI), da Polícia Federal, Polícia Civil do Paraná e de Santa Catarina, Polícia Militar do Paraná, Departamento Penitenciário do Paraná (Depen-PR), integrantes da comissão de trabalho da Secretaria da Segurança Pública e Guarda Municipal de Foz do Iguaçu.

Font: AEN

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Brasil

EUA incluem Brasil em lista de países que vão receber doação de vacina

1º lote, com 25 milhões de doses, será dividido entre países membros da aliança Covax e aliados regionais.

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Os Estados Unidos incluíram o Brasil na lista com mais de 40 nações que irão receber parte do 1º lote de doações das vacinas contra a Covid-19, com 25 milhões de doses, anunciaram as autoridades americanas nesta quinta-feira (3).

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Não há, no entanto, um número exato de quantas doses o Brasil irá receber, isso porque o país precisará dividir cerca de 6 milhões de doses com ao menos outros 14 países da América Latina (leia mais sobre a distribuição abaixo).

Ao todo, os EUA se comprometeram a redistribuir cerca de 80 milhões de doses das vacinas AstraZeneca, Pfizer, Moderna e Johnson & Johnson para outros países até o final de junho. Do total, 25 milhões de doses serão enviadas neste primeiro lote.

As doses destinadas ao Brasil serão entregues por meio da aliança Covax, da Organização Mundial da Saúde (OMS), que vai gerenciar 19 milhões das doses disponíveis, distribuídas da seguinte forma:

  • 6 milhões para América do Sul e Central: Brasil, Argentina, Colômbia, Costa Rica, Peru, Equador, Paraguai, Bolívia, Guatemala, El Salvador, Honduras, Panamá, Haiti, Comunidade do Caribe e República Dominicana.
  • 7 milhões para a Ásia: Índia, Nepal, Bangladesh, Paquistão, Sri Lanka, Afeganistão, Ilhas Maldivas, Malásia, Filipinas, Vietnã, Indonésia, Tailândia, Laos, Papua Nova Guinea, Taiwan, e as Ilhas do Pacífico.
  • 5 milhões para a África, distribuídas entre os países selecionados em coordenação com a União Africana.

As outras 6 milhões de doses disponíveis neste primeiro lote enviado pelos EUA serão distribuídas entre parceiros regionais dos americanos como o México, Canadá, a Coreia do Sul, Cisjordânia, Gaza, Ucrânia, Kosovo, Haiti, Geórgia, Egito, Jordânia, Iraque, Iêmen e para os trabalhadores da linha de frente das Nações Unidas.

O governo americano anunciou a disponibilização de 80 milhões de doses de vacinas que serão entregues até o fim de junho. O destino das outras 55 milhões de doses ainda não foi anunciado.

Fonte: Portal G1

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Estados Unidos

DMX, rapper e ator morto aos 50 anos por overdose, deixou dois filmes inéditos

DMX foi um dos principais rappers da prolífica cena de hip hop de Nova York dos anos 90. Ele fazia um som pesado com letras agressivas sobre a realidade das ruas.

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DMX, rapper que morreu aos 50 anos nesta sexta-feira (9), também tinha uma carreira como ator, e ele deixou cenas filmadas para dois longas ainda não lançados.

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“Fast and Fierce: Death Race” conta a história de uma corrida ilegal de carros realizada entre o México e a California. Um jovem ajuda a namorada de um gangster a fugir de problemas, alguns deles releacionados a esses rachas.

Outro filme de ação com DMX no elenco é dirigido pelo primo do rapper, Antonio Simmons. “Doggmen” tem Tara Reid (“American Pie”) como protagonista.

DMX e Jet Li em 'Contra o tempo' (2003) — Foto: Divulgação
DMX e Jet Li em ‘Contra o tempo’ (2003) — Foto: Divulgação

Antes desses dois filmes, DMX contracenou com Steven Seagal em “Rede de Corrupção” (2001) e com Jet Li em “Contra o tempo” (2003) e “Romeu tem que morrer” (2000). Os três filmes foram dirigidos pelo polonês Andrzej Bartkowiak.

Maior legado é na música

DMX foi um dos principais rappers da prolífica cena de hip hop de Nova York dos anos 90. Ele fazia um som pesado com letras agressivas sobre a realidade das ruas.

Ele cresceu em Nova York e teve uma infância marcada por abusos familiares e problemas com a polícia.

Earl Simmons, mais conhecido DMX, se apresenta no palco principal do festival de música e artes de Woodstock, em 23 de julho de 1999 — Foto: Joe Traver/Reuters/Arquivo
Earl Simmons, mais conhecido DMX, se apresenta no palco principal do festival de música e artes de Woodstock, em 23 de julho de 1999 — Foto: Joe Traver/Reuters/Arquivo

No início dos anos 90, ele se tornou mais ativo na cena e colaborou com artistas como Jay-Z, LL Cool J e Ja Rule. Ele se destacou com letras sobre violência e ficou famoso no final da década.

Entre 1998 e 2003, cinco de seus álbuns estiveram no topo das listas de vendas nos Estados Unidos. Os mais marcantes foram a estreia “It’s Dark and Hell is Hot”, e a sequência “… And Then There Was X”.

Entre as músicas de maior sucesso dele estiveram “Get me a dog” (1998), “Party Up (Up in Here)” (2000) e “Money, Power & Respect”, com The Lox e Lil’ Kim (1998).

Fonte: Portal G1

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Coronavirus

Fábrica que estragou milhões de vacinas da Johnson contra Covid nos EUA também descartou milhões de doses da AstraZeneca

Após relevar que empresa americana ‘destruiu’ até 15 milhões de imunizantes contra a Covid-19 da Johnson, jornal ‘The New York Times’ diz que a Emergent BioSolutions também prejudicou entre 10 e 15 milhões de doses de Oxford/AstraZeneca. Governo dos EUA interveio na fábrica.

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A empresa Emergent BioSolutions, que tem uma fábrica em Baltimore e “destruiu” um lote inteiro de até 15 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 da Johnson & Johnson nos Estados Unidos, também estragou cinco lotes do imunizante de Oxford/AstraZeneca que tinham entre 10 e 15 milhões de doses.

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As duas revelações são do jornal “The New York Times”, que descreve uma série de problemas na fábrica, que incluem contaminação, mistura de ingredientes de vacinas de diferentes fabricantes e desrespeito às boas práticas na fábrica, que fica no estado de Maryland 

Após a primeira notícia, de que a empresa misturou ingredientes das vacinas da Johnson & Johnson e de Oxofrd/AstraZeneca e destruiu até 15 milhões de doses do imunizante a Johnson, o governo dos EUA interveio na fábrica, colocou a farmacêutica americana para administrá-la e proibiu a produção de vacina de Oxford/AstraZeneca no local.

A nova reportagem agora revela que cinco lotes da vacina de Oxford/AstraZeneca foram descartados entre outubro e janeiro (cada um com uma quantidade equivalente entre dois milhões e três milhões de doses) por contaminação ou suspeita de contaminação.

Frascos da vacina da AstraZeneca contra Covid-19 em centro de vacinação na Antuérpia, na Bélgica — Foto: Yves Herman/Reuters
Frascos da vacina da AstraZeneca contra Covid-19 em centro de vacinação na Antuérpia, na Bélgica — Foto: Yves Herman/Reuters

Além disso, outras 62 milhões de doses da vacina da Johnson & Johnson fabricadas em Baltimore “estão em risco”, segundo o jornal, até que seja possível determinar se elas também foram contaminadas.

O “NYT” diz que a Emergent BioSolutions, uma empresa de biotecnologia conhecida por produzir vacinas contra o antrax, produziu cerca de 150 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 apenas na semana passada na fábrica que sofreu intervenção.

Mas até agora nenhuma dose foi usada porque os órgãos reguladores ainda não certificaram a fábrica para permitir que as vacinas sejam distribuídas e aplicadas.

Produção garantida

Apesar dos problemas, o “New York Times” diz que os problemas na fábrica em Baltimore não vão afetar o cronograma do presidente dos EUA, Joe Biden, de aplicar 200 milhões de vacinas até o dia 30.

Isso porque outros fabricantes estão produzindo muitas doses. Segundo a agência de notícias Associated Press, a Emergent BioSolutions é uma das cerca de dez empresas que a Johnson & Johnson está subcontratando para acelerar a fabricação de sua vacina.

O “New York Times” diz também que o erro com as milhões de doses da Johnson destruídas não afetou a aplicação do imunizante no país porque as doses distribuídas foram produzidas na Holanda.

Auditorias e investigações

Auditorias e investigações descobriram que a Emergent BioSolutions não seguiu alguns padrões básicos da indústria na fábrica de Baltimore e identificaram deficiências repetidas nos esforços para desinfetar e prevenir contaminação, segundo a reportagem.

O jornal diz que, embora auditorias sempre encontrem problemas, autoridades federais e especialistas dizem que o padrão de lapsos sugere problemas de qualidade mais profundos.

Uma auditoria conduzida para a AstraZeneca destacou os riscos de contaminação cruzada, que os especialistas acreditam ter sido responsável por contaminar as milhões de doses da Johnson & Johnson, segundo um documento confidencial ao qual o “New York Times” teve acesso.

Que vacina é essa? Oxford Astrazeneca

As investigações também apontaram um problema persistente com mofo em áreas que devem ser mantidas limpas, má desinfecção de alguns equipamentos da fábrica, que levaram ao crescimento de bactérias e a aprovação reiterada de matérias-primas que não foram totalmente testadas, além de treinamento inadequado de alguns funcionários.

Procurada pelo jornal, a Emergent BioSolutions disse em um comunicado que estava cooperando com o governo americano “para resolver os problemas” e tem “um histórico comprovado como fornecedora de classe mundial”.

A empresa disse também ter “programas rigorosos de segurança, qualidade e conformidade, que incluem programas, políticas e processos que permitem identificação precoce de problemas e meios para resolvê-los”.

Vacinação nos EUA

Apesar dos problemas, os Estados Unidos são o país que mais aplicaram doses de vacinas contra a Covid-19 no mundo: 168 milhões, segundo o Our World in Data. Em seguida vêm China (145 milhões), Índia (87 milhões) e Reino Unido (37 milhões).

Posto de vacinação em escola de San Francisco, na Califórnia, em foto de 4 de março — Foto: Jeff Chiu/AP
Posto de vacinação em escola de San Francisco, na Califórnia, em foto de 4 de março — Foto: Jeff Chiu/AP

Em relação à população, os EUA administraram 50 doses a cada 100 habitantes, muito à frente de China (10,14) e Índia (6,31), que são os dois países mais populosos do mundo, mas muito atrás de Israel (117), Chile (59) e Reino Unido (54).

Brasil aplicou 22,8 milhões de doses até o momento, o equivalente a 10,75 doses a cada 100 habitantes, segundo o Our World in Data. A taxa de vacinação do Brasil é menor que a da Mongólia (14,24) e da Croácia (12,60) e maior que a da Argentina (9,74) e da média mundial (8,90).

Fonte: Portal G1

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Brasil

Com 1.954 vidas perdidas em 24h, Brasil ultrapassa EUA em mortes diárias por Covid-19

Na terça-feira (9), Estados Unidos registraram 1.947 mortes. Brasil vive pior momento desde o início da pandemia.

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O Brasil ultrapassou, na terça-feira (9), os Estados Unidos em número de mortes registradas em 24h por causa da Covid-19. De acordo com o consórcio de veículos de imprensa,1.954 brasileiros morreram por Covid-19 em apenas um dia. Entre os americanos, foram 1.947 mortes, segundo dados do “Our World in Data”, da Universidade de Oxford.

Não é a primeira vez em que o Brasil passa os EUA em número de óbitos. Desde o início do mês, isso já aconteceu outras três vezes (veja gráfico abaixo).

Estados Unidos e Brasil são os dois países que mais registraram casos e mortes no mundo desde o início da pandemia. Os EUA acumularam 527.699 mortes; o Brasil perdeu 268.568 vidas para a Covid-19 até a noite de terça. Só em março, já são 13.550 mortes registradas em solo brasileiro.

Enquanto os americanos estão em um processo de vacinação em massa, entretanto, os brasileiros passam pelo pior momento da pandemia e com apenas 4,1% da população tendo recebido ao menos uma dose de vacina. Nos Estados Unidos, foram administradas 90,2 milhões de doses segundo o Our World in Data.

O epidemiologista Airton Stein, professor da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), avaliou que a pandemia foi pior sentida nos países com mais desigualdade, como o Brasil, mesmo que fossem ricos – caso dos EUA.

“É uma situação muito complexa, mas isso ficou mais exposto nos países onde tem falta de estrutura de bem-estar social – não apenas sistema de saúde, mas de apoio para aquelas populações vulneráveis e, principalmente, com um número muito grande de vulneráveis”, disse.

“Tanto que a gente está vendo que a epidemia causou um dano muito grande em países ricos como os EUA, onde tem muita iniquidade. A epidemia deixou mais em evidência essa interação social com a saúde. As pessoas estão mais expostas a circularem por terem trabalhos em que precisam circular e, também, por não terem acesso a serviços de saúde adequados”, afirmou Stein.

Fevereiro amargo

Coveiro caminha em meio a lápides de vítimas da Covid-19 no cemitério Parque Tarumã, em Manaus, em 25 de fevereiro. — Foto: Bruno Kelly/Reuters

Coveiro caminha em meio a lápides de vítimas da Covid-19 no cemitério Parque Tarumã, em Manaus, em 25 de fevereiro. — Foto: Bruno Kelly/Reuters

O Brasil acumulou, em fevereiro, o segundo maior número de mortes em apenas um mês na pandemia: 30.484 óbitos devido à Covid-19. Julho, até agora, é o mês com mais mortes pelo coronavírus, com 32.912 vidas – uma diferença de menos de 2 mil pessoas entre cada mês.

  • LOCKDOWN: Especialistas listam motivos para parar o país por ao menos 2 semanas
  • 250 MIL MORTES: Brasil chega a 250 mil mortos com ritmo acelerado de óbitos por Covid-19; especialistas culpam falta de medidas de isolamento

As previsões para o mês de março não são as melhores. A pneumologista Margareth Dalcomo, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) disse nesta terça-feira que este mês deverá ser “o março mais triste de nossas vidas”. Com o ritmo acelerado de transmissão, a previsão é de que o Brasil atinja 300 mil mortos no final do mês ou no início de abril.

Novas restrições estaduais

Ruas vazias em São Paulo no dia 6 de março em meio às restrições contra a Covid-19. — Foto: Carla Carniel/Reuters

Ruas vazias em São Paulo no dia 6 de março em meio às restrições contra a Covid-19. — Foto: Carla Carniel/Reuters

Sem uma política centralizada pelo governo federal, os secretários de saúde dos estados enviaram uma carta com sugestões de medidas urgentes contra o iminente colapso das redes pública e privada de saúde diante do aumento dos casos de Covid-19. As restrições propostas incluíam toque de recolher nacional e fechamento de escolas, bares e praias.

Desde então, vários estados vêm decretando restrições para o combate à pandemia. O Amapá determinou, na terça-feira (9), um toque de recolher a partir das 21h. Também fica proibido o consumo de bebida alcoólica em espaços públicos e dentro de estabelecimentos.

No Pará, o toque de recolher às 21h passa a valer a partir desta quarta. Academias e cinemas não podem funcionar por sete dias.

A Bahia anunciou, na semana passada, um toque de recolher até 31 de março. Já o governo de São Paulo deve anunciar restrições mais rígidas nesta quarta.

Fonte: Portal G1

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