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Dengue

Arrastão contra a dengue acontece neste sábado no bairro São Francisco

Pede-se que os moradores façam a recolha de entulhos e materiais inservíveis que estão depositados nos quintais e terrenos e os depositem nas calçadas. No sábado, equipes estarão realizado a recolha dos materiais.

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O índice de infestação do mosquito naquela região é de 2,7%A Secretaria de Saúde de Marechal Rondon, por meio do Setor de Endemias, programou para este sábado, dia 17, mais um arrastão contra a dengue.

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Desta vez a ação acontece no bairro São Francisco, onde o índice de infestação do mosquito é de 2,7%.Nesta quinta e sexta-feira, agentes de endemias estarão passando pelo bairro e deixando nas residências sacos para serem utilizados como depósito de lixo.

Pede-se que os moradores façam a recolha de entulhos e materiais inservíveis que estão depositados nos quintais e terrenos e os depositem nas calçadas. No sábado, equipes estarão realizado a recolha dos materiais.

Além do poder público, através das secretarias de Saúde, Agricultura e Política Ambiental e de Viação e Serviços Públicos, integram a ação entidades como o Sindicomar, SESC, Senac, JCI Marechal, Rotarys, Lions, Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Negócios, imprensa regional, entre outros.

Neste novo ano epidemiológico, Marechal Rondon somou até o momento quatro confirmações da doença. “As confirmações estão baixas, mas os focos do mosquito em alguns bairros nos preocupam, por isso estamos agindo para evitar mais este problema na saúde pública do nosso município.

Muitos municípios da região já estão com epidemia”, destacou a secretária de Saúde, Marciane Specht.

Coronavirus

Pessoas que tiveram dengue são propensas a ter sintomas da covid-19

As amostras de sangue utilizadas no estudo foram coletadas em dois momentos e comparadas: em novembro de 2019 e novembro de 2020.

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Estudo feito por pesquisadores brasileiros mostrou que pessoas que tiveram dengue têm mais propensão a desenvolverem sintomas da covid-19, caso sejam contaminadas pela doença. A pesquisa, divulgada no último dia 6, é baseada na análise de amostras sanguíneas de 1.285 moradores da cidade de Mâncio Lima (AC), na região amazônica. 

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O trabalho, coordenado pelo professor da Universidade de São Paulo (USP) Marcelo Urbano Ferreira, e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de S. Paulo (Fapesp), foi publicado na revista Clinical Infectious Diseases.

“Relatamos um risco aumentado de covid-19 clinicamente aparente entre as pessoas da região amazônica com infecção prévia por dengue, com importantes implicações para a saúde pública”, diz a conclusão da pesquisa publicada.

As amostras de sangue utilizadas no estudo foram coletadas em dois momentos e comparadas: em novembro de 2019 e novembro de 2020. O material foi submetido a testes capazes de detectar anticorpos contra os quatro sorotipos da dengue e também contra o novo coronavírus.

“Por meio de análises estatísticas, concluímos que a infecção prévia pelo vírus da dengue não altera o risco de um indivíduo ser contaminado pelo SARS-CoV-2. Por outro lado, ficou claro que quem teve dengue no passado apresentou mais chance de ter sintomas uma vez infectado pelo novo coronavírus”, disse à Agência Fapesp, Vanessa Nicolete, pesquisadora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, e uma das autoras do artigo.

Fonte: EBC

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Campanha social

Arrastão contra a dengue na região do bairro São Lucas será neste sábado em Marechal

A ação mobilizará diversas equipes, compostas por servidores do setor de endemias, demais funcionários públicos, além de representantes de entidades de classe.

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Arrastão contra a dengue na região do bairro São Lucas será neste sábado. Moradores são orientados a proceder uma varredura nas residências e quintais.

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Materiais inservíveis, galhos e entulhos devem ser depositados em frente às residências

A Secretaria de Saúde de Marechal Rondon, por meio do setor de endemias, promoverá neste sábado, dia 10, mais um arrastão contra a dengue.

As atenções estarão concentradas na região do bairro São Lucas, onde o Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti – LIRAa está em 4,8%. A ação será realizada na área compreendida entre a Avenida Rio Grande do Sul e a Avenida Irio Welp (até o Clube Roda D´Água), no bairro São Lucas, loteamentos Gralha Azul, Bem-te-vi, Beija Flor, Jussara, Balko, Martins, Elizabeth, entre outros.

A ação mobilizará diversas equipes, compostas por servidores do setor de endemias, demais funcionários públicos, além de representantes de entidades de classe.

A secretária de Saúde, Marciane Specht, lembra que no decorrer desta semana, um carro de som passou por aquela região, alertando os moradores para que separem os materiais inservíveis, que possam virar possíveis criadouros do mosquito, e coloquem nas calçadas em frente de suas residências.

No sábado, equipes das secretarias de Agricultura e Política Ambiental e de Viação e Serviços Públicos passarão com os caminhões e máquinas para fazer a recolha.

Para facilitar a separação dos materiais inservíveis, agentes de endemias realizaram a entrega de sacos para que o lixo seja armazenado.

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Dengue

Arrastão contra a dengue será realizado neste sábado na região do bairro São Lucas

Arrastão contra dengue no Bairro São Lucas

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Moradores são orientados a separar os materiais inservíveis, que possam virar criadouros do mosquito, e deposita-los em frente as residências.

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Neste sábado, dia 10, a Secretaria de Saúde de Marechal Rondon, por meio do Setor de Endemias, promoverá mais um arrastão contra a dengue. .

Desta vez, as atenções estarão concentradas na região do bairro São Lucas, onde o Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti – LIRAa está em 4,8%.

O índice geral do município está em 2,3%. A ação será realizada na extensão que compreende da Avenida Rio Grande do Sul, Avenida Irio Welp (até o Clube Roda D´Água), no bairro São Lucas, Loteamentos Gralha Azul, Bem-te-vi, Beija Flor, Jussara, Balko, Martins, Elizabeth, entre outros (conforme mapa).A ação mobilizará diversas equipes, compostas por servidores do Setor de Endemias, demais funcionários públicos, além de representantes de entidades de classe.

A secretária de Saúde, Marciane Specht, lembra que no decorrer desta semana, um carro de som passará pela localidade, alertando os moradores para que separem os materiais inservíveis, que possam virar possíveis criadouros do mosquito, e coloquem nas calçadas em frente de suas residências.

No sábado, equipes das secretarias de Agricultura e Política Ambiental e de Viação e Serviços Públicos passarão com os caminhões para fazer a recolha.

Para facilitar a separação dos materiais inservíveis, agentes de endemias farão a entrega de sacos para que o lixo seja armazenado.

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Dengue

Arrastão contra a dengue no Loteamento Augusto.

Prefeitura realiza arrastão contra a dengue no Loteamento Augusto

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No início da manhã deste sábado, dia 27, cinco equipes compostas por agentes de endemias, demais funcionários públicos e representantes de entidades estão participando do arrastão contra a dengue no Loteamento Augusto.

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A ação se faz necessária para a diminuição do grande número de notificações do mosquito da dengue naquela localidade.

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Dengue

Região entra em alerta com epidemia de dengue em meio à pandemia

Profissionais de saúde chamam atenção para um fato: os sintomas têm algumas semelhanças e, por isso, a triagem do paciente para determinar o tratamento pode ser um pouco mais difícil.

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O uso de máscara e álcool gel se tornou um aliado das pessoas e indispensáveis há um ano, desde que a pandemia de Covid-19 chegou ao Oeste. No entanto, no “kit básico de sobrevivência” é preciso adicionar agora mais um item: o repelente.

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Isto porque, mais uma vez, a dengue volta a preocupar municípios da região. Os índices de infestação e de casos começam a subir rapidamente, até porque existe a combinação perfeita: calor e chuva. É o suficiente para que o mosquito Aedes aegypti se reproduza se encontrar aquilo que precisa, que é água acumulada.

Ano passado, cidades estavam em epidemia de dengue quando a pandemia foi declarada. Desta vez, no entanto, o cenário é mais crítico, pois os casos de coronavírus sobem dia a dia, lotando hospitais e deixando profissionais de saúde exaustos. E, paralelamente, diariamente aumenta o número de pessoas com suspeitas de dengue que procuram atendimento médico.

Profissionais de saúde chamam atenção para um fato: os sintomas têm algumas semelhanças e, por isso, a triagem do paciente para determinar o tratamento pode ser um pouco mais difícil.

DECRETO DE EPIDEMIA

Na área de abrangência da 20ª Regional de Saúde de Toledo existem municípios que já preocupam. Contudo, dois em especial veem a situação se agravar. Santa Helena está por decretar epidemia de dengue. Já Mercedes ocupa hoje um ranking nada bom: é o 8º município do Estado com a situação mais crítica. A incidência de casos levando em conta o número populacional é elevada e, por conta disso, a epidemia já foi decretada na terça-feira (16). “Já estamos tomando todas as providências em relação a isso e solicitamos à Regional de Saúde um veículo de fumacê”, adianta o secretário municipal de Saúde de Mercedes, vice-prefeito Alexandre Graunke, segundo o qual, enquanto o veículo de apoio não é destinado ao município a opção tem sido pela utilização da bomba costal, além das tradicionais visitas domiciliares para eliminar os focos.

Dados atualizados quinta-feira (18) pelo município indicam 39 casos de dengue confirmados, 150 notificados, 24 descartados e 87 em investigação.

Secretário de Saúde de Mercedes, vice-prefeito Alexandre Graunke: “Já estamos tomando todas as providências com relação a isso e solicitamos à Regional de Saúde um veículo de fumacê” (Foto: Maria Cristina Kunzler/OP)

APELO

“Pedimos à população que redobre os cuidados. Verifique seu o quintal, sua casa, o terreno baldio, porque com a chuva desta semana recomeça a preocupação com o acúmulo de água. Pedimos que cada um observe, que tome cuidado e, se verificar uma situação, avise no posto de saúde, por meio do telefone (45) 3256-8100. Peça o deslocamento dos fiscais que vamos encaminhá-los para tomar as providências relacionadas a essa questão”, frisa Graunke.

TRIAGEM DOS PACIENTES

A equipe de saúde, conforme o secretário mercedense, tem conversado muito para dar o direcionamento correto dos pacientes, tendo em vista os casos de Covid-19 e de dengue. “A nossa equipe está bem alinhada para diferenciar a dengue da Covid-19. Os nossos profissionais conversam bastante para dar o direcionamento correto”, enaltece.

DEMANDA CRESCE

De acordo com o vice-prefeito, na última semana aumentou a procura por atendimento, o que demonstra que os casos de dengue não param de crescer. “Tentamos fazer o bloqueio nos casos de dengue, mas está difícil. No entanto, a Secretaria de Saúde está trabalhando para diminuir os números”, afirma.

Mesmo com a situação crítica, ele reforça que o setor de saúde municipal está conseguindo dar conta do número de atendimentos. “O problema é quando o quadro de saúde do paciente se agrava, pois encontramos dificuldade em conseguir leito em hospital. E UTI (unidade de terapia intensiva) nem se fala. O sistema está caótico e complicado. Mas fizemos a aquisição de alguns equipamentos e hoje, em Mercedes, praticamente contamos com duas semi UTIs preparadas para uma necessidade”, informa.

Enquanto o Estado não atende ao pedido do município de Mercedes, em destinar o fumacê, a equipe de saúde tem utilizado a bomba costal (Foto: Divulgação)

ARRASTÃO

No mês passado, já foi realizado um arrastão, o qual é considerado por Graunke como bem-sucedido devido à recolha de materiais. Para a última semana deste mês, adianta ele, está programado mais um. “Já era de praxe promover o arrastão e vamos realizar novamente na cidade”, declara.

TODO MUNNICÍPIO EM ALERTA

Questionado se tem alguma região do município que preocupa mais em razão dos focos de Aedes aegypti, o secretário de Saúde expõe que a situação é generalizada. “A situação é bem geral, espalhada. São casos aleatórios em diferentes regiões do município. Não há um local específico em que haja maior número de casos”, conclui.

Fonte: O Presente

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Dengue

Mosquito da dengue: índice de infestação ainda preocupa em Marechal Rondon

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Novo LIRAa apontou índice de 2,3%. Em alguns estratos o número é ainda mais preocupante, chegando até 4,6%O Setor de Endemias, da Secretaria de Saúde de Marechal Rondon, realizou recentemente mais um Levantamento Rápido de Índices de Infestação (LIRAa) do mosquito da dengue.

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No início do ano o índice era de 3,9% dos domicílios visitados, com focos do mosquito.

Neste novo levantamento, o número é de 2,3%. Apesar da baixa, a infestação ainda preocupa, já que o Ministério da Saúde preconiza o índice do LIRAa em até 1% de forma satisfatória.

O índice permite a identificação de áreas com maior proporção/ocorrência de focos, bem como dos criadouros predominantes, indicando o risco de transmissão de dengue, chikungunya e zika vírus.

Em algumas regiões o índice é ainda mais preocupante. O Setor de Endemias dividiu a sede do município em estratos. Os números mais preocupantes estão no estrato 3, que compreende a região do Parque Industrial II, Ana Paula, São Lucas e Torres (índice de 4,6%) e no estrato 6, integrado pela região do Botafogo, Alvorada, Alvorada I, Rainha e Espigão (índice de 3,4%).

“O índice de infestação baixou um pouco, no entanto, é preciso que a comunidade continue vigilante e mantenha os cuidados.

Em algumas regiões da nossa cidade, o índice é baixo, porém, em compensação, outros são considerados elevados e faz com que liguemos o sinal de alerta para agir”, salienta a secretária de Saúde, Marciane Specht.ARRASTÕES.

De acordo com a coordenadora do Setor de Endemias, Solange Rohr, os arrastões contra a dengue acabam amenizando muitas vezes a situação em determinados locais.

Segundo ela, na região da Vila Gaúcha, por exemplo, o índice anterior era de 4,5% e após arrastões, caiu para 1,5%. A secretária de Saúde, Marciane Specht, explica que “a continuidade dos arrastões está sendo avaliada pela equipe técnica, por conta do momento atual que estamos vivendo em razão da pandemia, mas já é sabido que com o aumento do número de casos de dengue, essa situação pode ficar ainda mais agravada, pois os sinais e sintomas são semelhantes e as duas doenças acabam se sobrepondo, tornando ainda mais complexa a situação de saúde”.

A secretária reforça que “essa análise das regiões em que os números são considerados altos, precisa ser feita, para se tomar uma decisão.

Neste momento, contamos com a colaboração e a sensibilização da população, que precisa colaborar com todos os agentes de endemias, fazendo o dever de casa, deixando o quintal limpo.

Apesar de toda a situação da COVID-19, nós não podemos esquecer da dengue”.

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Paulinho Lava Car

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